Olá, boa noite, boa tarde ou bom dia
Acordei cheio de alegria
Pra emitir esta mensagem
E emanar um pouco de nostalgia
Fui muito feliz estando com vocês,
Mas ando muito triste nesse ultimo mês.
Ou melhor nesses últimos anos
Agora, vou fazer companhia aos anjos
A noite está linda
Os carros ainda passam na avenida
Do viaduto dá pra ver tudo
Como se fosse um filme de cinema mudo
Após lerem esta carta
Verás que não fui suicida
Morri por amar demais a vida...
Minha querida!
Eu não sei dizer te amo. Muito menos coisas de amor, mas sei o que é dor e dor já não sinto mais! (Dedeco Lima)
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sábado, 17 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Submerso
Quando tento e não consigo
Sinto na pele todo o castigo
De ter nascido pobre...
Não ter o glamour dos nobres
Ter nascido brasileiro não é motivo de orgulho
Não gosto mais do futebol
Isso me faria imundo
Estou alheio a tudo
Vivo numa cidade?
Ou num esgoto submerso, imundo...
Da janela eu vejo todo ardor
De quem sofre por só ter amor
E na decepção só o que te resta é a dor
De ter sofrido todas as consequências sem pudor
Enquanto meu castelo vai desmanchando
Eu deixo de me iludir
E os sonhos vão se desmoronando
Quando eu desejo deixar de existir ...
Sinto na pele todo o castigo
De ter nascido pobre...
Não ter o glamour dos nobres
Ter nascido brasileiro não é motivo de orgulho
Não gosto mais do futebol
Isso me faria imundo
Estou alheio a tudo
Vivo numa cidade?
Ou num esgoto submerso, imundo...
Da janela eu vejo todo ardor
De quem sofre por só ter amor
E na decepção só o que te resta é a dor
De ter sofrido todas as consequências sem pudor
Enquanto meu castelo vai desmanchando
Eu deixo de me iludir
E os sonhos vão se desmoronando
Quando eu desejo deixar de existir ...
Distantes, oprimidos e fracos
Os fracos foram feitos pra desistir
Vivem sem saber o motivo de existir
Feitos de ferro que se enferrujam na decepção
Os fracos não são feitos de razão
Distantes, oprimidos e fracos
Distantes, oprimidos desgastados
Eu tenho um coração
Aos fracos só restam, EMOÇÃO...
Comoção, ao fim de mais um corpo velado
Um corpo flagelado, um escravo
Escravizado,
Distantes, oprimidos e fracos...
Se vangloriam de alguns momentos esporádicos
Fracos são apenas fracos ...
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Ajuda!
Ajuda! Procuro e não acho
Continuo convivendo com os Ratos
Permaneço vivo, ou me mato?
É a pergunta que sempre faço!
Enquanto isso... Aceita um cigarro?
Ainda me restou um maço...
Vamos, eu te convido!
Vem conhecer o inferno comigo?
Lá é quente, aqui é tão frio...
Me sinto muito sozinho...
Vamos? A vida só termina no ultimo suspiro
E eu quero partir antes disso
Por isso, não desista meu amigo
A vida é muito mais que isso
E você tem o direito de continuar existindo
Agora! Deixe-me partir
Deixe-me cair...
No abismo solitário e sombrio
Do meu mundo triste e vazio ...
Continuo convivendo com os Ratos
Permaneço vivo, ou me mato?
É a pergunta que sempre faço!
Enquanto isso... Aceita um cigarro?
Ainda me restou um maço...
Vamos, eu te convido!
Vem conhecer o inferno comigo?
Lá é quente, aqui é tão frio...
Me sinto muito sozinho...
Vamos? A vida só termina no ultimo suspiro
E eu quero partir antes disso
Por isso, não desista meu amigo
A vida é muito mais que isso
E você tem o direito de continuar existindo
Agora! Deixe-me partir
Deixe-me cair...
No abismo solitário e sombrio
Do meu mundo triste e vazio ...
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Sóbrio ou ébrio
Continuo contraditório
Mesmo quando sóbrio
Porém quando ébrio
Mantenho a posee, finjo sério
Tudo torna-se tão notório
Diante das situações
Nossos corações tão nórdicos
São incapazes de amar
Hoje meu refugio é a beira do mar
Tentando viver uma alegria superficial
Sóbrio ou ébrio tanto faz
Já é tão comum a minha bebedeira
Que ninguém percebe mais...
Que eu estou a beira ...
A beira do mar, pra me jogar!
Mesmo quando sóbrio
Porém quando ébrio
Mantenho a posee, finjo sério
Tudo torna-se tão notório
Diante das situações
Nossos corações tão nórdicos
São incapazes de amar
Hoje meu refugio é a beira do mar
Tentando viver uma alegria superficial
Sóbrio ou ébrio tanto faz
Já é tão comum a minha bebedeira
Que ninguém percebe mais...
Que eu estou a beira ...
A beira do mar, pra me jogar!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Diabo
Já não tenho fé em Deus
Tampouco ouço os conselhos teus
Ando no mundo a perambular
Em busca de alguém pra me aceitar
Em busca de um novo lar
As chamas acessas me aquecem do frio
De Deus e do amor que não se viu
E o inferno que todos julgam, me serviu
Um abrigo confortável
E eu me tornei amigo do Diabo
Andamos juntos, lado a lado
Ele me aquece no inferno
E me tira do inverno
Diabo, Diabo, Diabo
Estou embarcando para o sofrimento
E nem meu corpo queimadando
Sofrerá tanto, como meu coração
Pulsando, marcando batimentos continuos
Na busca incessante de uma razão
E é esse o motivo, para que ainda esteja existindo...
Tampouco ouço os conselhos teus
Ando no mundo a perambular
Em busca de alguém pra me aceitar
Em busca de um novo lar
As chamas acessas me aquecem do frio
De Deus e do amor que não se viu
E o inferno que todos julgam, me serviu
Um abrigo confortável
E eu me tornei amigo do Diabo
Andamos juntos, lado a lado
Ele me aquece no inferno
E me tira do inverno
Diabo, Diabo, Diabo
Estou embarcando para o sofrimento
E nem meu corpo queimadando
Sofrerá tanto, como meu coração
Pulsando, marcando batimentos continuos
Na busca incessante de uma razão
E é esse o motivo, para que ainda esteja existindo...
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Morrer de cirrose (Dedicado a Sócrates, grande jogador do Corinthians)
Morrer como pode
Viver como pede
Morrer de cirrose
Viver em tese
Morrer como herói
Viver como nós...
Morrer sem se aventurar, como dói!
Viver trancafiado em casa sem ter o que falar
Morrer como todo mundo
Viver como o único
Morrer pra ser lembrado
Viver tomando o mesmo cálice
Morrer como homem
Viver tendo nome e sobrenome
Morrer de cirrose
Viver em tristeza
A escolha é pobre
E só há uma certeza
A morte...
Morrer como Sócrates
Viver como pede
Morrer de cirrose
Viver em tese
Morrer como herói
Viver como nós...
Morrer sem se aventurar, como dói!
Viver trancafiado em casa sem ter o que falar
Morrer como todo mundo
Viver como o único
Morrer pra ser lembrado
Viver tomando o mesmo cálice
Morrer como homem
Viver tendo nome e sobrenome
Morrer de cirrose
Viver em tristeza
A escolha é pobre
E só há uma certeza
A morte...
Morrer como Sócrates
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