Raiva, ódio, aflição
Sentimentos que me fizerá amar em vão
Triste e são, eu tinha um coração
Sem medo, sem selos, sem atenção
Sem ela, vejam! Eu estou sem ela
Eu consegui encontra a palavra certa
Numa frase certa para rimar com seu nome,
Mas que eu preciso ocultar
Pra ninguem perceber
O que eu sinto por você
Ninguém não pode saber
Como eu queria gritar...
Ninguém acreditaria
Estou enlouqucendo
E ele ouviria
Eu gritando, chamando seu nome.
Eu não sei dizer te amo. Muito menos coisas de amor, mas sei o que é dor e dor já não sinto mais! (Dedeco Lima)
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Solitários no paraíso
Solitário no paraíso
Solitário no paraíso
Solitário no paraíso
Solitários no paraíso
Veja! Só somos nós dois no paraíso
Olha! Que esquesito! eu tenho um amigo!
Imaginário amigo
Muito amigo! Bastante solicito
Solitários no paraíso
Deixemos todos no inferno
Fogo eterno... Vamos viver a nossa paz
Vamos ser egoístas, pois é assim que ele faz
Solitários, amargos, vazios
Sombrios, aqui está frio!
Quer se esquentar?
Vem comigo, solitário no paraíso
Somente eu e o meu imaginario amigo.
Solitários no paraíso
Recados de beijos e abraços
Na pele a marca do pecado
Estão todos flagelados
Estão todos castigados
E enquanto a nós...
Continuamos estagnados
Continuamos solitários
Solitarios no paraíso
Solitário no paraíso
Solitário no paraíso
Solitários no paraíso
Veja! Só somos nós dois no paraíso
Olha! Que esquesito! eu tenho um amigo!
Imaginário amigo
Muito amigo! Bastante solicito
Solitários no paraíso
Deixemos todos no inferno
Fogo eterno... Vamos viver a nossa paz
Vamos ser egoístas, pois é assim que ele faz
Solitários, amargos, vazios
Sombrios, aqui está frio!
Quer se esquentar?
Vem comigo, solitário no paraíso
Somente eu e o meu imaginario amigo.
Solitários no paraíso
Recados de beijos e abraços
Na pele a marca do pecado
Estão todos flagelados
Estão todos castigados
E enquanto a nós...
Continuamos estagnados
Continuamos solitários
Solitarios no paraíso
Doces sonhos
Doces sonhos, doces sonhos
Não seria aquele que serve de alimento ao corpo
Doces sonhos, breves sonhos
Alimentam a alma, mas não tenho mais sono
Perdi a vontade de dormir e o direito de sonhar
Perdi tudo que tinha, até o direito de amar
Sonhos amargos, breves afagos
Gestos de carinho rejeitados
Amores desperdiçados...
Um tiro, um estardalhaço
"Pá!" Onde está o héroi...
Quem é aquele estirado no chão
Como dói, viver sob repressão
Nascer, crescer e morrer em vão
Como dói viver rodeado de pessoas sem coração
Oh! patria amada dos injustos
Nossos sonhos deixam de ser sonhos
Oh! Patria amada, perdi a esperança
Convivo com os imundos...
Não seria aquele que serve de alimento ao corpo
Doces sonhos, breves sonhos
Alimentam a alma, mas não tenho mais sono
Perdi a vontade de dormir e o direito de sonhar
Perdi tudo que tinha, até o direito de amar
Sonhos amargos, breves afagos
Gestos de carinho rejeitados
Amores desperdiçados...
Um tiro, um estardalhaço
"Pá!" Onde está o héroi...
Quem é aquele estirado no chão
Como dói, viver sob repressão
Nascer, crescer e morrer em vão
Como dói viver rodeado de pessoas sem coração
Oh! patria amada dos injustos
Nossos sonhos deixam de ser sonhos
Oh! Patria amada, perdi a esperança
Convivo com os imundos...
Olha!
Olha! Adimire a sua obra
Olha! Não desfarse seu sorriso agora
Guarde sua piedade para quem mereça
Mas observe. Veja sua proesa
Veja a beleza do caos estabelecido por ti
Olha! Estou aqui!
Pelo menos uma vez! Repara em mim
Sou feito de lagrima
Que derrama, que escoa, tão ávida
Olha a minha face!Está pálida
Não me alimento há meses
Só olho a janela sob a sacada
E não vejo nada
A minha porta está trancada
Ninguém pode entrar e me oferecer uma água
Escolhi falecer aos poucos
E não ter ajuda dos tolos
Quem ama não pode sofrer
Portanto assino aqui a minha setença
Morrer condenado a morte plena
Em Silêncio...
Olha! Não desfarse seu sorriso agora
Guarde sua piedade para quem mereça
Mas observe. Veja sua proesa
Veja a beleza do caos estabelecido por ti
Olha! Estou aqui!
Pelo menos uma vez! Repara em mim
Sou feito de lagrima
Que derrama, que escoa, tão ávida
Olha a minha face!Está pálida
Não me alimento há meses
Só olho a janela sob a sacada
E não vejo nada
A minha porta está trancada
Ninguém pode entrar e me oferecer uma água
Escolhi falecer aos poucos
E não ter ajuda dos tolos
Quem ama não pode sofrer
Portanto assino aqui a minha setença
Morrer condenado a morte plena
Em Silêncio...
Mais um dia
Mais um dia, só um dia
Quem diria, quem diria
Sem você, sem alegria
Sem amor, sem harmonia
Algum dia, algum dia
Eu te encontrarei de novo
E te mostrarei e demostrarei ao povo
Que meu amor não morre
Como todos os outros
Somente hoje, como todos os dias
Eu sinto a sua falta
Somente hoje, como todos os dias
Meu amor acaba, e renasce das cinzas
Somente hoje como todos os dias
serás para sempre minha menina
Quem diria, quem diria
Sem você, sem alegria
Sem amor, sem harmonia
Algum dia, algum dia
Eu te encontrarei de novo
E te mostrarei e demostrarei ao povo
Que meu amor não morre
Como todos os outros
Somente hoje, como todos os dias
Eu sinto a sua falta
Somente hoje, como todos os dias
Meu amor acaba, e renasce das cinzas
Somente hoje como todos os dias
serás para sempre minha menina
15 Minutos
Não acredito, buracos!
Seriam só obstaculos
No caminho... Na vida um preço amargo
Um preço a ser pago
Diante dos olhos, humanos demasiados
Eles não entendem,
Mas o sucesso é a causa do fracasso
E o amor seria um estardalhaço
Na esquina sirvo de exemplo para palhaço
E até eles riem...
Bebam o último gole
Pagem o preço da morte
Bem, bem, bem, bebam
Vamos brindar as tranzas e a sorte
Hoje ou amanhã as dores da cirrose
Nos deixarão saudades
Tomai todos e bebei
Esse é o liquido sagrado
Um gole desgraçado
Para amenizar a dor de mais um desafortunado
Tomai todos e comei
Desfrutai da cana santa
Que lhe mostrará a noite insana
Como um debutante que nunca viu
A beleza no semblante
De um bebado preenchendo seu vazio
Isto acontece a todo instante
Vamos, tomem o ultimo gole da ipioca
Ela está acabando, chegou a hora
É O FIM DE UMA JORNADA
Que começa e termina agora...
Faltam 15 mminutos e seria tudo que estaria pedindo
Perdido! A dor continua me consumindo
14 minutos, e é tudo
Vejo a paisagem embassada, fico mudo...
Em instantes perco a audição, fico surdo
Cego, vejo imagens de maneira estonteada
13 minutos, começo a falar besteira
Sinto os efeitos da bebedeira
Que me dão uma certa tonteira
12 minutos fico sincero
Tudo torna-se relevante, fico serio!
11 minutos, vejo sua imagem no copo
E imagino tudo que poderia ser nosso
10 minutos eu penso na decepção
No meu amor e nos planos que foram em vão
09 minutos, penso no meu coração
E no risco que ele tem ao parar de bater
08 minutos, minha cabeça gira na decima dose
Penso em parar de beber e nas dores da cirrose,
Mas está não é pior...
Do que a dor que sinto agora
07 minutos, a ansiendade aumenta
E com ela a dor da sua ausência
Faltam pouco, 06 minutos
Vejo tudo turvo
Já não tenho mais a compreenção das coisas
As flores murcham...
05 minutos, parecem ser poucos
Mas pra quem esperou muito... são eternos
São séculos... esperando pelo momento certo
04 minutos e já estou embreagado, bebo sem parar
Estou desnorteado, não tenho mais a noção do ser nem do estar
03 minutos, só penso em você e no meu estado
A minha saude já não importa
Só penso em estar ao seu lado
02 minutos, pego o telefone e te insulto
Te chingo de todos os nomes e você rir por 01 minuto
E eu só ouço... Em segundos... Penso em tudo que vivemos
E me martirizo a cada momento
Sua imagem vem em meus pensamentos...
Antes de partir deste para outro qualquer mundo.
Cego, surdo e mudo, já não tenho mais nenhum SEGUNDO...
Seriam só obstaculos
No caminho... Na vida um preço amargo
Um preço a ser pago
Diante dos olhos, humanos demasiados
Eles não entendem,
Mas o sucesso é a causa do fracasso
E o amor seria um estardalhaço
Na esquina sirvo de exemplo para palhaço
E até eles riem...
Bebam o último gole
Pagem o preço da morte
Bem, bem, bem, bebam
Vamos brindar as tranzas e a sorte
Hoje ou amanhã as dores da cirrose
Nos deixarão saudades
Tomai todos e bebei
Esse é o liquido sagrado
Um gole desgraçado
Para amenizar a dor de mais um desafortunado
Tomai todos e comei
Desfrutai da cana santa
Que lhe mostrará a noite insana
Como um debutante que nunca viu
A beleza no semblante
De um bebado preenchendo seu vazio
Isto acontece a todo instante
Vamos, tomem o ultimo gole da ipioca
Ela está acabando, chegou a hora
É O FIM DE UMA JORNADA
Que começa e termina agora...
Faltam 15 mminutos e seria tudo que estaria pedindo
Perdido! A dor continua me consumindo
14 minutos, e é tudo
Vejo a paisagem embassada, fico mudo...
Em instantes perco a audição, fico surdo
Cego, vejo imagens de maneira estonteada
13 minutos, começo a falar besteira
Sinto os efeitos da bebedeira
Que me dão uma certa tonteira
12 minutos fico sincero
Tudo torna-se relevante, fico serio!
11 minutos, vejo sua imagem no copo
E imagino tudo que poderia ser nosso
10 minutos eu penso na decepção
No meu amor e nos planos que foram em vão
09 minutos, penso no meu coração
E no risco que ele tem ao parar de bater
08 minutos, minha cabeça gira na decima dose
Penso em parar de beber e nas dores da cirrose,
Mas está não é pior...
Do que a dor que sinto agora
07 minutos, a ansiendade aumenta
E com ela a dor da sua ausência
Faltam pouco, 06 minutos
Vejo tudo turvo
Já não tenho mais a compreenção das coisas
As flores murcham...
05 minutos, parecem ser poucos
Mas pra quem esperou muito... são eternos
São séculos... esperando pelo momento certo
04 minutos e já estou embreagado, bebo sem parar
Estou desnorteado, não tenho mais a noção do ser nem do estar
03 minutos, só penso em você e no meu estado
A minha saude já não importa
Só penso em estar ao seu lado
02 minutos, pego o telefone e te insulto
Te chingo de todos os nomes e você rir por 01 minuto
E eu só ouço... Em segundos... Penso em tudo que vivemos
E me martirizo a cada momento
Sua imagem vem em meus pensamentos...
Antes de partir deste para outro qualquer mundo.
Cego, surdo e mudo, já não tenho mais nenhum SEGUNDO...
sábado, 31 de dezembro de 2011
Estragos da noite
Não! Eu sou uma contradição
O que acelera no meu peito não é um coração
Não! É algo bastante significativo
As pessoas dizem que eu não tenho comoção
Ao ver o que era vivo morrer
Se esqueceram?! Ódio também é um sentimento negativo
Oh não! Eu sinto ódio
Mesmo quando estou sóbrio
Tonto! Vendo o mundo girar
Se lembra que só tem ódio
Quem um dia obteve o dom de amar
O amor era um sentimento tão belo
Mas deixou um espaço vazio
Para o ódio habitar
Incapaz de amar
Congelou, apedrejou e me deixou frio
Calculista, ser humano sombrio
Me escondo nos açores
E me perco entre os estragos da noite
O que acelera no meu peito não é um coração
Não! É algo bastante significativo
As pessoas dizem que eu não tenho comoção
Ao ver o que era vivo morrer
Se esqueceram?! Ódio também é um sentimento negativo
Oh não! Eu sinto ódio
Mesmo quando estou sóbrio
Tonto! Vendo o mundo girar
Se lembra que só tem ódio
Quem um dia obteve o dom de amar
O amor era um sentimento tão belo
Mas deixou um espaço vazio
Para o ódio habitar
Incapaz de amar
Congelou, apedrejou e me deixou frio
Calculista, ser humano sombrio
Me escondo nos açores
E me perco entre os estragos da noite
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