Torturado em praça publica
Implorando migalhas de suplicas
Dos subalternos incrédulos
Que caminham cegos
Sem rumo ou direção
Um breve suspiro
Olhares ao chão
Um apelo de perdão
Pelas pessoas que morreram em vão
Seus olhos derramados em lágrimas
São reflexos dos atos de glória
Esquecidos nas lembranças curtas
De uma vida de vitórias imundas
A cada rangido da corda
As bordas do ponteiro
Ultrapassam as circunferências das horas
Em um lapso de memória
Dão-se as costas e vão embora