Meus erros vitais são crenças banais!
O mundo louco pertence aos normais
Que seguem normas e princípios primordiais
Ah! como queria poder gritar
Pra revelar a minha dor
E ecoar ao mundo essa escuridão!
Dentro do meu peito há um vão
Vago pela falta de um coração
Os obstáculos são descrentes
E sobrevivo nesse inferno quente
Mar de fogo reluzente
Sigo andando pelo caminho da tristeza
Tentando ser o que não sou
E ter um pouco de frieza
E o mundo que era azul
Agora é cinza
E o mundo que era louco
Já não e mais
O planeta agora é dos normais
E a sina de ser posto porta a fora
Tem sempre os mesmos finais
E os filmes seguem roteiros iguais...
Eu não sei dizer te amo. Muito menos coisas de amor, mas sei o que é dor e dor já não sinto mais! (Dedeco Lima)
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Amor que não se mede!
Espere! Quem se adianta perde
Espere! É assim, ele pede
Ele ordena, você escreve
Amor! Amor que não se mede
É uma emoção que cresce,
Você reflete, mas se esquece
No inverno quem sente calor aquece
assim como quem ama cede
Você reza, faz prece
Crê? Desvairado! Enlouquece!
Tudo que se ganha, perde!
Amor! Amor que não se mede
Só dar valor a quem te entristece!
Espere! É assim, ele pede
Ele ordena, você escreve
Amor! Amor que não se mede
É uma emoção que cresce,
Você reflete, mas se esquece
No inverno quem sente calor aquece
assim como quem ama cede
Você reza, faz prece
Crê? Desvairado! Enlouquece!
Tudo que se ganha, perde!
Amor! Amor que não se mede
Só dar valor a quem te entristece!
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Sol
Sol, queima meu corpo
Castiga este pobre infeliz
Planeta terra
Alusão do inferno,
O inferno é aqui
A tortura é quase certa,
celebra e descerebram
As bestas feras
Com pensamentos em comum
Somos todos anjos do mal
Tentando praticar o bem
No oculto obscuro não há ninguém
Pra te ajudar a se levantar
Castiga este pobre infeliz
Planeta terra
Alusão do inferno,
O inferno é aqui
A tortura é quase certa,
celebra e descerebram
As bestas feras
Com pensamentos em comum
Somos todos anjos do mal
Tentando praticar o bem
No oculto obscuro não há ninguém
Pra te ajudar a se levantar
Roteiros
O roteiro se repete
O mesmo filme anterior
Os erros são os mesmos
Com o mesmo enredo
O mesmo diretor
As poesias são sempre as mesmas
Um papel, uma borracha e uma caneta
Sobre a mesa...
E nela conto minhas frustrações
Ódio, medo e magoas e incertezas
E acontece tudo de novo
O ferimento está exposto
A uma dor insuportável...
O passado o presente e futuro instável
Não deixe nas mãos de Deus
O que é seu...
Não deixe nas mãos de Deus
O que é seu...
O que te entristece não te merece,
O que te entorpece
Não te deixa alegre,
Felicidade não é se embriagar de porre
É estar bem sem precisar contar com a sorte
O mesmo filme anterior
Os erros são os mesmos
Com o mesmo enredo
O mesmo diretor
As poesias são sempre as mesmas
Um papel, uma borracha e uma caneta
Sobre a mesa...
E nela conto minhas frustrações
Ódio, medo e magoas e incertezas
E acontece tudo de novo
O ferimento está exposto
A uma dor insuportável...
O passado o presente e futuro instável
Não deixe nas mãos de Deus
O que é seu...
Não deixe nas mãos de Deus
O que é seu...
O que te entristece não te merece,
O que te entorpece
Não te deixa alegre,
Felicidade não é se embriagar de porre
É estar bem sem precisar contar com a sorte
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Seu Deus, meu inimigo
Seu Deus não estava lá
Para me defender das pragas,
Para enxugar minhas lágrimas
Para me ajudar
Seu Deus não estava lá,
Para me defender do holocausto
Para curar o câncer raro
Que havia dentro de mim
Seu Deus não estava comigo
Estava ao seu lado
Seu Deus, meu inimigo,...
E não adianta orar
Ele lutará por seus objetivos!
domingo, 6 de janeiro de 2013
O amor
O amor derruba
O amor machuca
O amor rompe barreiras
Nos faz perder a cabeça
O amor nos deixa lucido
Nos deixa louco
Nos deixa preso
Nos deixa solto
O amor eleva-nos ao mais alto
E retroage-nos ao mais baixo
O amor é um ato falho
Que desejo cometer todo dia
É a mais triste alegria
Que eu quero sentir
Até o dia da minha morte!
O amor machuca
O amor rompe barreiras
Nos faz perder a cabeça
O amor nos deixa lucido
Nos deixa louco
Nos deixa preso
Nos deixa solto
O amor eleva-nos ao mais alto
E retroage-nos ao mais baixo
O amor é um ato falho
Que desejo cometer todo dia
É a mais triste alegria
Que eu quero sentir
Até o dia da minha morte!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Deus e sua face
Deus não existe,
Deus existe,
Deus persiste em existir
Nas coisas e nas escolhas
Sabias ou tolas!
Deus existe,
Mas não sobrevive
Morto pelo homem
Numa tarde de eclipse!
Deus em seu funeral,
Corpo morto solitário
Em uma tumba fria.
Esmagado pelo tempo,
Castigado pela anorexia!
Deus, em decomposição
Deus, em degradação
Deus morto pela criação
Deus e Deus
E seus planos malditos
Deus e seu lado maligno
Deus criador do infinito
E do belo infinito!
Deus existe,
Deus persiste em existir
Nas coisas e nas escolhas
Sabias ou tolas!
Deus existe,
Mas não sobrevive
Morto pelo homem
Numa tarde de eclipse!
Deus em seu funeral,
Corpo morto solitário
Em uma tumba fria.
Esmagado pelo tempo,
Castigado pela anorexia!
Deus, em decomposição
Deus, em degradação
Deus morto pela criação
Deus e sua face
Deus em unha e carne!
Deus e Deus
E seus planos malditos
Deus e seu lado maligno
Deus criador do infinito
E do belo infinito!
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