Perdoe-me se não soube fazê-la feliz
As coisas não aconteceram como quis
Só precisava de um tempo com os amigos
Me sentia aprisionado e aflito
Juro que não fiz nada de errado,
Mas o que aconteceu ficou no passado.
Sei que não guardas nenhum rancor,
Porém meu coração continua amargurado
E meu corpo sente toda dor
Ao perceber que nunca tranzou por amor
Senti muito a sua ausência
Como queria sentir com inteligência,
Contudo minha falta de paciência e experiência
Levou ao fim o que seria para sempre
Agora olhe!
E somente olhe no fundo dos meus olhos lacrimejados
E veja se ele mente!
Para você, o que não passou de uma brincadeira inconsequente
Para mim foi dolorido
Deixo a ti uma carta de suicidio
Não para te culpar,
Mas para te alertar
Foi muito bom te amar
No paraiso, talvez deva te encontrar
Se não for pagar pelos seus pecados
No dia do juizo !!!
Vamos para o inferno comigo!
Eu não sei dizer te amo. Muito menos coisas de amor, mas sei o que é dor e dor já não sinto mais! (Dedeco Lima)
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Cartas para ela I
O que não significou nada pra você
Eu não consigo esquecer...
Se soubesse o quanto a amo
Nunca a esqueci por todos esses anos...
Sinto sua falta
Como um corpo anceia por água
No frio triste da madrugada
A noite amarga me mata,
Me alegra, me acalma e me destrói
Como dói sua ausência
Só queria que tivesse ciência
Uma pena nunca mais te ver
Sei que está viva,
Mas dentro de mim tu morre
Não sei se é azar
Ou por pura falta de sorte.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Odiar Reverso de amar
Odiar é o reverso de amar
Manual no inverso te ensina a perdoar
Na sina uma cena descrita no verso do papel
E na vida uma pergunta que não cala
Será que só há felicidade no céu
Odiar, maleficio da alma
Gosto amargo que gosto de experimentar
Amor, sentimento benéfico
Quem ama será sempre eterno
E uma pergunta não cala
Será que só há coisas más no inferno
Sempre com mesma afeição
Tento ter outra percepção
O que não faz bem para minh´alma
Alimenta meu coração.
Mas não! Não deixemos de sonhar
Não devemos deixar de odiar ou amar
O que nos convém,
Pois quem odeia
É capaz de amar também.
Manual no inverso te ensina a perdoar
Na sina uma cena descrita no verso do papel
E na vida uma pergunta que não cala
Será que só há felicidade no céu
Odiar, maleficio da alma
Gosto amargo que gosto de experimentar
Amor, sentimento benéfico
Quem ama será sempre eterno
E uma pergunta não cala
Será que só há coisas más no inferno
Sempre com mesma afeição
Tento ter outra percepção
O que não faz bem para minh´alma
Alimenta meu coração.
Mas não! Não deixemos de sonhar
Não devemos deixar de odiar ou amar
O que nos convém,
Pois quem odeia
É capaz de amar também.
Procissão
A procissão caminha em vão
Sempre na mesma direção
Todos unidos pelo mesmo motivo
Chorar, rezar e pedir perdão
Perdão pelo que fez
Ou deixou de fazer
Perdão por todas as palavras
Que havera de dizer
Vamos pedir piedade
Seres humanos acreditam!
Contos de fadas são realidade!
E a realidade não serve de nada
E seguem com a visão vendada
Se realmente faz o impossivel
Dai-me asas para voar
Ou torne-me ao menos invisivel
Pelo menos essa noite
Eu ei de indagar
Ao menos essa noite
Eu ei de acreditar
Que alguma coisa existe
E persiste em me acompanhar
Sempre na mesma direção
Todos unidos pelo mesmo motivo
Chorar, rezar e pedir perdão
Perdão pelo que fez
Ou deixou de fazer
Perdão por todas as palavras
Que havera de dizer
Vamos pedir piedade
Seres humanos acreditam!
Contos de fadas são realidade!
E a realidade não serve de nada
E seguem com a visão vendada
Se realmente faz o impossivel
Dai-me asas para voar
Ou torne-me ao menos invisivel
Pelo menos essa noite
Eu ei de indagar
Ao menos essa noite
Eu ei de acreditar
Que alguma coisa existe
E persiste em me acompanhar
Semblantes
Aos poucos altera-se meu semblante
Todos envolta percebem
Que já não sou mais como antes
Meu jeito doce vai perdendo espaço
Todos bestificados ao ver meu estado torpe
Coitado, é o fim do desgraçado
Coitado, é o fim do desgraçado
Que mal eu fiz, me diz
Que mal eu fiz pra me tornar assim
Por que será que ninguém ora
Por que será que ninguém ora por mim
Sei que depois ela chora
Mas por enquanto rir do meu estágio
Completamento estasiado pelas drogas
Como é bom gritar ao sentir dor
Alivia toda essa falta de amor
Recebida pelos mais próximos
Sou tratado como quero
Sou tratado como posso
Mal visto e mal quisto por todos os olhos
Mal visto e mal quisto por todos os olhos
Todos envolta percebem
Que já não sou mais como antes
Meu jeito doce vai perdendo espaço
Todos bestificados ao ver meu estado torpe
Coitado, é o fim do desgraçado
Coitado, é o fim do desgraçado
Que mal eu fiz, me diz
Que mal eu fiz pra me tornar assim
Por que será que ninguém ora
Por que será que ninguém ora por mim
Sei que depois ela chora
Mas por enquanto rir do meu estágio
Completamento estasiado pelas drogas
Como é bom gritar ao sentir dor
Alivia toda essa falta de amor
Recebida pelos mais próximos
Sou tratado como quero
Sou tratado como posso
Mal visto e mal quisto por todos os olhos
Mal visto e mal quisto por todos os olhos
Todos olham estranho
Os morotós roem meu epitélio
Os homens se fingem cegos
As crianças sentem repugnância
As mulheres sentem ância
E todos olham estranho
O que não é bonito é esquisito
Um louco não é tolo
Um bêbado também é ser humano
Mesmo que despezado
Ou jogado ao lixo
E todos olham estranho
Um "serhumanopedra" vive sem vida,
Mas que loucura é essa?
Ser humanos, ou ser comida
Ser regugitada ou cuspida
E todos olham estranho
Uma menina implora na esquina
Por alguns centavos
Todos observam sentados
Ao luxo de um banco de praça
E todos olham estranho
Uma nordestina heroina
Sobrevive da quase pouca safra
Em um sertão de riquesas quase escassas
Até onde vai a cegueira do homem
Quantos meninos e meninas
Perambulam sem nome
E todos olham estranho
Quantos monstros ainda iremos fabricar
Quantos absurdos irão noticiar
Quantos com a vida terão que pagar
E todos olham estranho
Disfarçam e batem retirada
Se trancam em seus "mausoléus"
Como se não estivesse acontecido nada
E todos incrivelmente ainda ollham estranho....
São eles que tem a culpa
Ou a culpa seria sua
São apenas crianças simples
Sobreexistindo ao regime
Engenharia social não é crime
Quem irá pagar a idenização
Dos tempos impios da escravidão
Os homens se fingem cegos
As crianças sentem repugnância
As mulheres sentem ância
E todos olham estranho
O que não é bonito é esquisito
Um louco não é tolo
Um bêbado também é ser humano
Mesmo que despezado
Ou jogado ao lixo
E todos olham estranho
Um "serhumanopedra" vive sem vida,
Mas que loucura é essa?
Ser humanos, ou ser comida
Ser regugitada ou cuspida
E todos olham estranho
Uma menina implora na esquina
Por alguns centavos
Todos observam sentados
Ao luxo de um banco de praça
E todos olham estranho
Uma nordestina heroina
Sobrevive da quase pouca safra
Em um sertão de riquesas quase escassas
Até onde vai a cegueira do homem
Quantos meninos e meninas
Perambulam sem nome
E todos olham estranho
Quantos monstros ainda iremos fabricar
Quantos absurdos irão noticiar
Quantos com a vida terão que pagar
E todos olham estranho
Disfarçam e batem retirada
Se trancam em seus "mausoléus"
Como se não estivesse acontecido nada
E todos incrivelmente ainda ollham estranho....
São eles que tem a culpa
Ou a culpa seria sua
São apenas crianças simples
Sobreexistindo ao regime
Engenharia social não é crime
Quem irá pagar a idenização
Dos tempos impios da escravidão
Vencer ou perder
Todos querem vencer omisso
Vencer em cristo
Todos querem começar do inicio
Todos querem escapar do juizo
E se esquece
Que um sempre perde
Enquanto um outro vive a vencer
O que te entristece, te fortalece
E te força a expor o que não quer
Toda tristeza e toda dor
Ao descobrir o que restou
O que faltou do nosso amor...
E o que faltou do nosso amor
Foi destruido, jogado ao lixo
Não sabemos mais perder
Não sabemos mais vencer,
Pois para vencer
É preciso derrotar alguém
Não sabemos ser mais humano
E para ser humano
É preciso chorar também
As lágrimas são simbolo do sofrimento
Um pedido de morte aos passos lentos
E nem a ciência explica
E nem Freud explica
Nem Jim Morrison explica
Essa falta de sorte.
Vencer em cristo
Todos querem começar do inicio
Todos querem escapar do juizo
E se esquece
Que um sempre perde
Enquanto um outro vive a vencer
O que te entristece, te fortalece
E te força a expor o que não quer
Toda tristeza e toda dor
Ao descobrir o que restou
O que faltou do nosso amor...
E o que faltou do nosso amor
Foi destruido, jogado ao lixo
Não sabemos mais perder
Não sabemos mais vencer,
Pois para vencer
É preciso derrotar alguém
Não sabemos ser mais humano
E para ser humano
É preciso chorar também
As lágrimas são simbolo do sofrimento
Um pedido de morte aos passos lentos
E nem a ciência explica
E nem Freud explica
Nem Jim Morrison explica
Essa falta de sorte.
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