Os muros vão abaixo
O caos é sacro,
É eterno é falho,
O mundo pode até desabar
Mas que tenha algo macio
Para me debruçar...
E não importa se tudo for pedregulho
Ou se o nada é vazio
Eu só quero derramar uma lagrima de forma sutil
Para que ninguém perceba
A dor que eu sinto e a falta de certeza
Enquanto o muro estiver caindo,
Mas é claro que o muro está caindo,
Lentamente... através das rachaduras
Amor, algo mortal
Nem o tempo cura
Mesmo que seja visível e real...
O inferno deve ser tão calmo,
Dizem por ai que é agitado,
Mas eu não aceito a ideia
De sofrer tanto na vida
Quanto na morte
Mas estou condenado pelas escrituras secretas
E por tudo que diz respeito a ela...
Eu não sei dizer te amo. Muito menos coisas de amor, mas sei o que é dor e dor já não sinto mais! (Dedeco Lima)
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domingo, 16 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Cartas para ela !!!
Querida,
Se eu pudesse voltar no tempo.
Se fosse uma máquina ao menos.
Não sentia dores nos equipamentos.
Se houvessem falhas.
Se houvessem marcas.
Alguém iria reparar o dano.
Se ao menos houvesse um outro ser humano
Para me consertar...
Iria ter vida útil. sem eternizar.
Não iria o inferno visitar.
Pelos meus erros cometidos
Só vou para o inferno
Se você for comigo
Eterno e belo
Fazer amor diante do maligno....
Sem precisar conhecer o paraíso.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Cartas para ela II
Perdoe-me se não soube fazê-la feliz
As coisas não aconteceram como quis
Só precisava de um tempo com os amigos
Me sentia aprisionado e aflito
Juro que não fiz nada de errado,
Mas o que aconteceu ficou no passado.
Sei que não guardas nenhum rancor,
Porém meu coração continua amargurado
E meu corpo sente toda dor
Ao perceber que nunca tranzou por amor
Senti muito a sua ausência
Como queria sentir com inteligência,
Contudo minha falta de paciência e experiência
Levou ao fim o que seria para sempre
Agora olhe!
E somente olhe no fundo dos meus olhos lacrimejados
E veja se ele mente!
Para você, o que não passou de uma brincadeira inconsequente
Para mim foi dolorido
Deixo a ti uma carta de suicidio
Não para te culpar,
Mas para te alertar
Foi muito bom te amar
No paraiso, talvez deva te encontrar
Se não for pagar pelos seus pecados
No dia do juizo !!!
Vamos para o inferno comigo!
As coisas não aconteceram como quis
Só precisava de um tempo com os amigos
Me sentia aprisionado e aflito
Juro que não fiz nada de errado,
Mas o que aconteceu ficou no passado.
Sei que não guardas nenhum rancor,
Porém meu coração continua amargurado
E meu corpo sente toda dor
Ao perceber que nunca tranzou por amor
Senti muito a sua ausência
Como queria sentir com inteligência,
Contudo minha falta de paciência e experiência
Levou ao fim o que seria para sempre
Agora olhe!
E somente olhe no fundo dos meus olhos lacrimejados
E veja se ele mente!
Para você, o que não passou de uma brincadeira inconsequente
Para mim foi dolorido
Deixo a ti uma carta de suicidio
Não para te culpar,
Mas para te alertar
Foi muito bom te amar
No paraiso, talvez deva te encontrar
Se não for pagar pelos seus pecados
No dia do juizo !!!
Vamos para o inferno comigo!
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Cartas para ela I
O que não significou nada pra você
Eu não consigo esquecer...
Se soubesse o quanto a amo
Nunca a esqueci por todos esses anos...
Sinto sua falta
Como um corpo anceia por água
No frio triste da madrugada
A noite amarga me mata,
Me alegra, me acalma e me destrói
Como dói sua ausência
Só queria que tivesse ciência
Uma pena nunca mais te ver
Sei que está viva,
Mas dentro de mim tu morre
Não sei se é azar
Ou por pura falta de sorte.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Odiar Reverso de amar
Odiar é o reverso de amar
Manual no inverso te ensina a perdoar
Na sina uma cena descrita no verso do papel
E na vida uma pergunta que não cala
Será que só há felicidade no céu
Odiar, maleficio da alma
Gosto amargo que gosto de experimentar
Amor, sentimento benéfico
Quem ama será sempre eterno
E uma pergunta não cala
Será que só há coisas más no inferno
Sempre com mesma afeição
Tento ter outra percepção
O que não faz bem para minh´alma
Alimenta meu coração.
Mas não! Não deixemos de sonhar
Não devemos deixar de odiar ou amar
O que nos convém,
Pois quem odeia
É capaz de amar também.
Manual no inverso te ensina a perdoar
Na sina uma cena descrita no verso do papel
E na vida uma pergunta que não cala
Será que só há felicidade no céu
Odiar, maleficio da alma
Gosto amargo que gosto de experimentar
Amor, sentimento benéfico
Quem ama será sempre eterno
E uma pergunta não cala
Será que só há coisas más no inferno
Sempre com mesma afeição
Tento ter outra percepção
O que não faz bem para minh´alma
Alimenta meu coração.
Mas não! Não deixemos de sonhar
Não devemos deixar de odiar ou amar
O que nos convém,
Pois quem odeia
É capaz de amar também.
Procissão
A procissão caminha em vão
Sempre na mesma direção
Todos unidos pelo mesmo motivo
Chorar, rezar e pedir perdão
Perdão pelo que fez
Ou deixou de fazer
Perdão por todas as palavras
Que havera de dizer
Vamos pedir piedade
Seres humanos acreditam!
Contos de fadas são realidade!
E a realidade não serve de nada
E seguem com a visão vendada
Se realmente faz o impossivel
Dai-me asas para voar
Ou torne-me ao menos invisivel
Pelo menos essa noite
Eu ei de indagar
Ao menos essa noite
Eu ei de acreditar
Que alguma coisa existe
E persiste em me acompanhar
Sempre na mesma direção
Todos unidos pelo mesmo motivo
Chorar, rezar e pedir perdão
Perdão pelo que fez
Ou deixou de fazer
Perdão por todas as palavras
Que havera de dizer
Vamos pedir piedade
Seres humanos acreditam!
Contos de fadas são realidade!
E a realidade não serve de nada
E seguem com a visão vendada
Se realmente faz o impossivel
Dai-me asas para voar
Ou torne-me ao menos invisivel
Pelo menos essa noite
Eu ei de indagar
Ao menos essa noite
Eu ei de acreditar
Que alguma coisa existe
E persiste em me acompanhar
Semblantes
Aos poucos altera-se meu semblante
Todos envolta percebem
Que já não sou mais como antes
Meu jeito doce vai perdendo espaço
Todos bestificados ao ver meu estado torpe
Coitado, é o fim do desgraçado
Coitado, é o fim do desgraçado
Que mal eu fiz, me diz
Que mal eu fiz pra me tornar assim
Por que será que ninguém ora
Por que será que ninguém ora por mim
Sei que depois ela chora
Mas por enquanto rir do meu estágio
Completamento estasiado pelas drogas
Como é bom gritar ao sentir dor
Alivia toda essa falta de amor
Recebida pelos mais próximos
Sou tratado como quero
Sou tratado como posso
Mal visto e mal quisto por todos os olhos
Mal visto e mal quisto por todos os olhos
Todos envolta percebem
Que já não sou mais como antes
Meu jeito doce vai perdendo espaço
Todos bestificados ao ver meu estado torpe
Coitado, é o fim do desgraçado
Coitado, é o fim do desgraçado
Que mal eu fiz, me diz
Que mal eu fiz pra me tornar assim
Por que será que ninguém ora
Por que será que ninguém ora por mim
Sei que depois ela chora
Mas por enquanto rir do meu estágio
Completamento estasiado pelas drogas
Como é bom gritar ao sentir dor
Alivia toda essa falta de amor
Recebida pelos mais próximos
Sou tratado como quero
Sou tratado como posso
Mal visto e mal quisto por todos os olhos
Mal visto e mal quisto por todos os olhos
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