As pessoas não gostam de você
Elas gostam de como você está
Somente em um breve momento
Em que se faz presente
Ninguém gosta de você
Eles gostam apenas do que você tem
Eles acham que o merecem
E depois o descartam
Como sempre fazem
Eles gostam de um sorriso seu
Ou do seu dinheiro
Ou da cerveja que ficou de pagar
Ou do cigarro que os oferecem
E você tem medo
Do medo da solidão propagar
Como luz negra em seu coração
Que revelam as partículas
De um acidente biológico
Que foi você estar aqui
No meio de todos os nós
Sem nenhum propósito
E depois vão embora
Quando o dinheiro acabar
A bebida secar, e o cigarro apagar.
Dedeco Lima.
Eu não sei dizer te amo. Muito menos coisas de amor, mas sei o que é dor e dor já não sinto mais! (Dedeco Lima)
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quarta-feira, 15 de outubro de 2014
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
O café
O café nos deixou ligado
As energias estão no ar
Nossa vida é um inferno
E eu cansei de esperar
Meus olhos estavam caindo
Como o muro de Berlim
O café me despertou
Dessa vontade de dormir
Para este país só uma solução
Ir as ruas protestar
Destruir, anarquizar
E resolver os problemas da nação
O meu pais está ferido
Com uma flecha no coração
O povo estava mudo,
A imprensa nos calava
Diante de tanto absurdo
Há tanta corrupção
Espalhada pelo mundo
O nosso congresso está sujo
O nosso chão está imundo
Onde estão os faxineiros
Desse chiqueiro sem tamanho!
As energias estão no ar
Nossa vida é um inferno
E eu cansei de esperar
Meus olhos estavam caindo
Como o muro de Berlim
O café me despertou
Dessa vontade de dormir
Para este país só uma solução
Ir as ruas protestar
Destruir, anarquizar
E resolver os problemas da nação
O meu pais está ferido
Com uma flecha no coração
O povo estava mudo,
A imprensa nos calava
Diante de tanto absurdo
Há tanta corrupção
Espalhada pelo mundo
O nosso congresso está sujo
O nosso chão está imundo
Onde estão os faxineiros
Desse chiqueiro sem tamanho!
Iracema
Meu luto se estende
E o tempo não ameniza a dor
Ninguém me entende...
Quando alguém fala seu nome
Minha alma sente...
E lamenta por cada pontada
Que atravessa o corpo
Como uma lança envenenada
Que debilita meu organismo
Até reduzi-lo a pó...
E é essa a vontade que eu sinto
Quando olho para o lado da cama
E me vejo só!
Em uma noite vazia
O único som que se ouvia
Era o grito de desespero
Entoado pelo medo
De não ter a quem tanto amo!
E o tempo não ameniza a dor
Ninguém me entende...
Quando alguém fala seu nome
Minha alma sente...
E lamenta por cada pontada
Que atravessa o corpo
Como uma lança envenenada
Que debilita meu organismo
Até reduzi-lo a pó...
E é essa a vontade que eu sinto
Quando olho para o lado da cama
E me vejo só!
Em uma noite vazia
O único som que se ouvia
Era o grito de desespero
Entoado pelo medo
De não ter a quem tanto amo!
Destino
Um dia o amor encontrou a paixão
E os dois andaram de mãos dadas
Pela escuridão das noites em vão
E não há mais nada no coração
Além de amor e de você,
Que preenche este vazio
Se um dia eu pudesse crer
Se um dia eu pudesse ver
Tudo aquilo que eu vivia
Eu pensaria em mudar o destino
Só pra te encontrar mais cedo
Sim, talvez eu sinta medo de me apaixonar
Sim, talvez os seus segredos possam me bloquear
Ou talvez o meu medo de temer
Me faça ainda mais amar você
Como nunca amei ninguém
E os dois andaram de mãos dadas
Pela escuridão das noites em vão
E não há mais nada no coração
Além de amor e de você,
Que preenche este vazio
Se um dia eu pudesse crer
Se um dia eu pudesse ver
Tudo aquilo que eu vivia
Eu pensaria em mudar o destino
Só pra te encontrar mais cedo
Sim, talvez eu sinta medo de me apaixonar
Sim, talvez os seus segredos possam me bloquear
Ou talvez o meu medo de temer
Me faça ainda mais amar você
Como nunca amei ninguém
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Eu, você e o mundo
Quando as esperanças estavam perdidas
Quando caminhava para o fim da vida
Eis que me apareceu um anjo
De cabelos longos
Em um corpo de mulher
Que me levantou
Que me trouxe a fé...
Agora eu vivo feliz...
E da morte que tanto desejava
Eu quero distancia,
E as dores que me fazia chorar
Foram apenas momentâneas,
E enfim, somos eu, você e um mundo
Dê-me a mão e vamos juntos
Por que não há estrada longa
Que vai me deixar cansado
Felicidade não se compra
E eu te quero para sempre ao meu lado
Quando caminhava para o fim da vida
Eis que me apareceu um anjo
De cabelos longos
Em um corpo de mulher
Que me levantou
Que me trouxe a fé...
Agora eu vivo feliz...
E da morte que tanto desejava
Eu quero distancia,
E as dores que me fazia chorar
Foram apenas momentâneas,
E enfim, somos eu, você e um mundo
Dê-me a mão e vamos juntos
Por que não há estrada longa
Que vai me deixar cansado
Felicidade não se compra
E eu te quero para sempre ao meu lado
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Rendição
Seu sorriso me leva ao paraíso
A cada dia que passa
Aumenta mais o que sinto
E quando a saudade começa a gritar
E quando a dor teima em não cicatrizar
Eu procuro a redenção em seus braços
E me rendo
Como qualquer outra rendição
E quando tento te falar algo
Simplesmente me calo
Por que não há palavras no dicionário
Que descreva o que eu sinto por você
A cada dia que passa
Aumenta mais o que sinto
E quando a saudade começa a gritar
E quando a dor teima em não cicatrizar
Eu procuro a redenção em seus braços
E me rendo
Como qualquer outra rendição
E quando tento te falar algo
Simplesmente me calo
Por que não há palavras no dicionário
Que descreva o que eu sinto por você
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Turbilhão
No irreal mundo dos sentimentos
Os humanos são demasiadamente pequenos
No soprar do vento
Ou na loucura da chuva
Vem a tona um milhão de pensamentos
As pessoas são anjos sem asas
São como o fogo e brasa
Que simplesmente se alastra
Sem deixar alarde
Soam as trombetas
Soam os alarmes
E com elas o enunciado
Uma unica certeza!
Eu sinto amor,
Eu sinto dor
Eu sinto na pele
Um tremor,
O ardor da febre
Será que quando padecer
Ainda irei sentir
É algo mais forte do que eu
E mesmo que deixe de existir
Meu amor não vai morrer!
Os humanos são demasiadamente pequenos
No soprar do vento
Ou na loucura da chuva
Vem a tona um milhão de pensamentos
As pessoas são anjos sem asas
São como o fogo e brasa
Que simplesmente se alastra
Sem deixar alarde
Soam as trombetas
Soam os alarmes
E com elas o enunciado
Uma unica certeza!
Eu sinto amor,
Eu sinto dor
Eu sinto na pele
Um tremor,
O ardor da febre
Será que quando padecer
Ainda irei sentir
É algo mais forte do que eu
E mesmo que deixe de existir
Meu amor não vai morrer!
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